sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Como emagrecer depois de uma gravidez??



 Como se deve emagrecer de um modo gradual depois de uma gravidez:

Equilibrar a alimentação é o primeiro passo. Um menu que contenha cerca de 2000 calorias garante um bom padrão para a mulher e para a criança, tendo em conta que esta está a produzir leite, é importante aumentar a ingestão de líquidos. Evitar o café, chá preto, chocolates , guloseimas e alimentos com corantes.
O facto de amamentar já é uma grande ajuda, pois ajuda a contrair o útero. Além disso produzir leite é uma actividade celular intensa, e como tal o gasto de energia pode aumentar 900 calorias por dia.
Passados 40 dias, já pode começar fazer exercício físico mais intenso. Os exercícios devem começar por ter a duração de 30 minutos a 1 hora por dia, duas vezes por semana. Estes valores podem ir aumentando progressivamente. As modalidades mais indicadas são : as caminhadas, a hidroginástica, e a musculação.
A retenção de líquidos deve ser combatida através  das massagens por exemplo, pois estas diminuem o inchaço, melhoram a circulação e relaxam.
Quem está a pensar recorrer a cirurgias, saiba que não é indicado. Se engordou cerca de 12 Kg,  o corpo tem a tendência de perder tudo nas primeiras 6 semanas. Até que possa fazer um intervenção cirúrgica, deve esperar entre 3 a seis meses, após o desmame.
 Durante a amamentação, o corpo tem actividades hormonais extras, e retardam o regresso à normalidade. Qualquer cirurgia deve ser evitada, pois a medicação e anestésicos podem ser transferidos para o leite materno e poderá prejudicar o bébé.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O papel do pai adolescente


Sempre que se fala de gravidez na adolescência, o assunto é sempre abordado sobre a perspectiva da jovem mãe. O pai adolescente quase sempre acaba por ficar de lado, contudo muitos deles desejam acompanhar o período de gestação e cuidar do seu filho. O drama de uma notícia dessas em pleno momento de muitas mudanças e escolhas também faz parte do mundo masculino, pois boa parte deles começa a tomar consciência de que o período de “farras” e “copos”, festas com os amigos e a falta de responsabilidade, está com os dias contados.
Uma nova vida significa arranjar um trabalho, ter diversas preocupações e ter a responsabilidade de cuidar de uma nova vida até o resto dos seus dias. Essa diferença entre o lado feminino e o masculino deve-se ao facto de muitos jovens que se tornam pais, não assumirem as responsabilidades, acabando por abandonar a mãe e consequentemente os seus próprios filhos. Assim, acaba por fazer com que as pessoas generalizem a ideia dos pais adolescentes serem irresponsáveis, quando na verdade muitos deles ao saber da novidade ficam ainda mais sensíveis e começam a ajudar as jovens mães, procurando assim um bom emprego e começando desde cedo a planejar o futuro de seus bebés.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Falta de cuidados pode trazer responsabilidades de adulto


Depois de quase um ano de namoro, Patrícia Lima de Sousa, que hoje tem 17 anos, sentiu-se segura e começou a praticar relações sexuais com o seu namorado sem usar protecções.  O resultado disso chegou depois de quatro meses. Ela estava grávida. Hoje a sua filha já Carolina completou 1 ano. A jovem mãe cuida sozinha da menina. O pai decidiu que precisava de aproveitar a vida, era muito novo para carregar tamanha responsabilidade, e terminou o namoro. Ele ajuda com as despesas e visita a criança periodicamente. Já ela não teve escolha.
Mesmo com o apoio da família, Patrícia conheceu cada problema que uma gravidez na adolescência acarreta: "Eu amo a minha filha. Mas, se pudesse, teria feito diferente. Perdi parte da minha juventude, escola, e até amigos. Sem falar nos problemas que acabei por causar dentro da minha família ", contou.
Primeiro veio a transformação do corpo, depois a sensação de estar sozinha. "Eu fiquei muito triste nos primeiros meses. Achei que a minha vida tivesse acabado. Também deixei a minha mãe triste, acho que ela sentiu vergonha. Hoje todos na minha casa amam a Carolina. Quem teve de deixar tudo de lado fui eu. Ainda não voltei para a escola, mas esse é um dos meus planos para o futuro. Sei que com isso também vou conseguir dar um futuro melhor para a minha filha", diz Patrícia.

(Caso real)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Aumenta do número de adolescentes grávidas na Capital

Dados da maternidade municipal Mãe Esperança, alertam para o número crescente de adolescentes grávidas. De acordo com Ida Perea, diretora da maternidade, do total dos partos realizados em março, 25% foi de adolescentes com idades entre 12 e 19 anos. Em agosto, esse número subiu para 31%, motivo de preocupação para os órgãos de saúde pública.

Segundo a diretora, a prefeitura tem à disposição de toda a população feminina e masculina, vários métodos contraceptivos, como preservativos, transdérmicos ou adesivos, DIU, anticoncepcionais orais, de emergência e injetáveis e ainda o diafragma, porém a procura ainda é pequena. “Todos estes métodos são gratuitos, estão disponíveis em todos os postos,  e unidades de saúde da família e de fácil acesso. Basta procurar a unidade, fazer uma consulta médica e os profissionais de saúde irão orientar quanto ao uso do contraceptivo adequado ou o melhor método a ser utilizado, sem nenhuma burocracia”, orienta a diretora.

A médica explica que é necessária a participação dos pais neste processo. “Os pais devem orientar seus filhos sobre a importância da contracepção que evita doenças e uma gravidez indesejada e precoce”, disse ela.

Para saber mais sobre este tema consulte a notícia:
http://www.tudorondonia.com/ler.php?id=18190




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Números que falam por si!!


Europa

PaísTaxa de nascimentos*Taxa de abortos*% de mães adolescentes casadas
Suíça5.5(não disponível)61%
Países Baixos6.23.935%
Suécia6.517.718%
Itália6.66.755%
Espanha7.94.940%
Dinamarca8.115.423%
França9.313.215%
Bélgica9.95.242%
Grécia11.81.380%
Alemanha13.15.339%
República Tcheca16.412.447%
Irlanda18.7(não disponível)4%
Polônia18.7(não disponível)60%
Portugal21.1(não disponível)45%
Hungria26.530.236%
Reino Unido30.821.310%
* a cada 1000 mulheres entre 15 e 19 anos de idade

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

9 meses...

Para nós 9 meses não passam mais do que o próprio nome indica...mas isso é apenas o nosso caso...
Não queremos imaginar fechando os olhos como seriam aqueles 9 meses onde muito se passa dentro de nós...pois só passaria de mera ilusão...
Queremos um contacto verdadeiro com a realidade que nos suscita tanta curiosidade...a gravidez....

Queremos ler algo e sentir realmente tudo o que sentiram quando escreveram...desde dos enjoos aos pontapés...

Queremos que relatem o que quiserem...da maneira que quiserem....

Mas acima de tudo queremos que ACREDITEM!